
A maior parte dos problemas jurídicos do dia a dia cai aqui: um contrato que não foi cumprido, um prejuízo que alguém te causou e não quer pagar, uma briga de vizinho por causa de terreno, uma cobrança indevida. Analisamos seu caso com calma, explicamos se vale a pena entrar com uma ação (às vezes não vale, e falamos isso de cara), e cuidamos de tudo caso decida seguir. No fim, o que você ganha é resolver o problema uma vez, direito — sem ficar remendando a mesma questão de novo daqui a um ano.
Tirar dúvidas sobre issoO que inclui
- Contratos que não foram cumpridos
- Indenização por prejuízo que alguém te causou
- Brigas de vizinho por terreno ou limite de propriedade
- Cobrança indevida ou negativação errada
- Notificação ou aviso extrajudicial (aquela carta formal que assusta)
Perguntas frequentes
Fui negativado por uma dívida que já paguei — tenho direito a indenização? Ver resposta Ocultar resposta
Muito provavelmente, sim. A jurisprudência brasileira já consolidou o entendimento de que a cobrança indevida — incluindo manter uma negativação depois de a dívida já ter sido quitada — causa dano moral presumido, ou seja, você não precisa provar o sofrimento em si, basta comprovar que a cobrança ou a negativação era indevida. O valor da indenização varia conforme o caso, mas o primeiro passo é reunir o comprovante de pagamento e a prova da negativação indevida. Quanto mais rápido agir, mais rápido seu nome sai da lista e o dano deixa de crescer.
Qual a diferença entre dano moral e dano material? Ver resposta Ocultar resposta
Dano material é o prejuízo financeiro direto e mensurável — o dinheiro que você perdeu ou gastou por causa de um ato de outra pessoa ou empresa. Dano moral é o abalo à sua honra, tranquilidade ou dignidade — como o constrangimento de ser cobrado por uma dívida que não existe, ou de ter seu nome exposto indevidamente. A lei permite cobrar os dois ao mesmo tempo, quando cabível, e ainda existe uma terceira categoria, os lucros cessantes: o que você deixou de ganhar por causa do dano sofrido. Nem todo aborrecimento do dia a dia vira indenização — mas identificar quando um problema ultrapassa esse limite é justamente o trabalho de uma boa análise jurídica.
Meu inquilino não paga aluguel há meses — como faço para retomar o imóvel? Ver resposta Ocultar resposta
O caminho legal é a ação de despejo por falta de pagamento, que pode ser cumulada com a cobrança dos valores em atraso e, dependendo do caso, com indenização por danos causados ao imóvel. A lei prevê um prazo para desocupação voluntária depois da decisão judicial, mas antes de chegar a esse ponto, muitas vezes uma notificação extrajudicial bem elaborada já resolve a situação, evitando o desgaste (e o tempo) de um processo completo. Quanto mais meses de aluguel em atraso se acumulam, maior o prejuízo e mais longo tende a ser o processo de recuperação — vale agir cedo.
Sofri um prejuízo, mas não sei se isso realmente dá direito a uma indenização — como saber? Ver resposta Ocultar resposta
É uma dúvida mais comum do que parece, e a resposta está nos detalhes: a lei não indeniza qualquer aborrecimento cotidiano, mas reconhece como dano indenizável situações como negativação indevida, cobrança de dívida já paga, exposição indevida de dados pessoais, ou descumprimento de contrato que gerou prejuízo real. A linha entre um 'dissabor' comum e um dano que a Justiça reconhece está em detalhes técnicos que nem sempre são óbvios para quem não é da área. Antes de aceitar o prejuízo como algo sem solução, vale uma avaliação — muitas vezes existe, sim, direito a reparação, e a pessoa só não sabia.
Quanto tempo eu tenho para entrar com uma ação de indenização? Ver resposta Ocultar resposta
Depende do tipo de dano, mas o prazo mais comum para ações de reparação civil é de 3 anos, contados a partir do momento em que o dano ocorreu ou em que você tomou conhecimento dele — é o chamado prazo de prescrição. Passado esse prazo, o direito de cobrar na Justiça se perde, mesmo que o prejuízo tenha sido real. Se você vem adiando uma ação de indenização por não saber por onde começar, vale confirmar quanto tempo ainda resta do seu prazo antes que ele se esgote de vez.
