
Processo de família mexe com gente que vai continuar se encontrando depois — em festa de aniversário do filho, por exemplo. Buscamos sempre o caminho mais rápido e menos desgastante que ainda garanta seus direitos, indo à Justiça só quando é realmente necessário. O objetivo final não muda: que todo mundo consiga seguir em frente — inclusive as crianças, se houver — com o mínimo de cicatriz possível.
Tirar dúvidas sobre issoO que inclui
- Separação e divisão de bens
- Guarda dos filhos e visitas
- Pensão alimentícia (pedir, revisar ou contestar)
- União estável (reconhecimento, contrato e dissolução)
Perguntas frequentes
Quanto tempo demora um divórcio? Ver resposta Ocultar resposta
Se for consensual e não houver filhos menores de 18 anos, o divórcio pode ser feito direto em cartório, por escritura pública, e sair em poucos dias — é o chamado divórcio extrajudicial (Lei 11.441/2007). Já quando há filhos menores, disputa sobre bens ou desacordo entre as partes, o divórcio precisa passar pela via judicial, e o prazo varia conforme a complexidade do caso e a vara. Na primeira conversa já conseguimos te dizer, com boa margem de segurança, em qual desses dois caminhos o seu caso se encaixa — e isso muda tudo no tempo de espera.
Como é calculado o valor da pensão alimentícia? Ver resposta Ocultar resposta
Não existe uma tabela ou percentual fixo em lei — o valor é definido pelo chamado binômio necessidade x possibilidade: o quanto quem recebe realmente precisa para viver com dignidade, e o quanto quem paga pode arcar sem comprometer o próprio sustento. Na prática, os valores mais comuns giram entre 10% e 33% dos rendimentos, mas cada família é um caso, e um cálculo malfeito pode significar anos pagando (ou recebendo) um valor injusto. Se você está prestes a entrar num acordo de pensão, vale a pena ter alguém do seu lado conferindo essa conta antes de assinar.
O que acontece se o pai ou a mãe não pagar a pensão alimentícia combinada? Ver resposta Ocultar resposta
A lei trata isso com seriedade: quem deixa de pagar pensão alimentícia pode ter o débito cobrado por execução judicial, que pode resultar em penhora de bens, desconto direto em folha de pagamento, bloqueio de contas e, em casos de reincidência, até prisão civil do devedor por até 3 meses. Se você está com pensão atrasada — seja para receber, seja porque não consegue mais pagar o valor combinado — quanto antes agir, menores as chances de a dívida virar uma bola de neve. Fale com a gente antes que o problema cresça.
Preciso mesmo de advogado se eu e meu ex-cônjuge já estamos de acordo com tudo? Ver resposta Ocultar resposta
Sim — mesmo no divórcio 100% consensual, feito direto em cartório, a lei brasileira exige a participação de um advogado em todas as etapas, justamente para garantir que o acordo seja justo e que nenhuma das partes saia prejudicada sem perceber. A boa notícia é que, havendo consenso real entre vocês, um único advogado pode representar o casal, o que torna o processo mais rápido e mais barato do que muita gente imagina. Antes de assinar qualquer coisa sozinho, vale confirmar se o acordo protege de verdade os dois lados.
Como funciona a partilha de bens no divórcio? Ver resposta Ocultar resposta
Depende do regime de bens escolhido no casamento (ou da regra padrão, se não houve escolha formal). Na comunhão parcial — o regime mais comum no Brasil — divide-se apenas o que foi adquirido pelo casal durante a união; bens que cada um já tinha antes do casamento, em regra, continuam sendo só daquela pessoa. Já na comunhão universal, praticamente tudo entra na divisão. É exatamente nesse detalhe — o que entra e o que não entra na partilha — que mais se perde patrimônio por falta de orientação. Uma análise do seu regime de bens antes de qualquer acordo evita perder o que é seu por direito.
