Direito Empresarial

Abrir, formalizar ou proteger seu negócio — do MEI à empresa com sócios — sem juridiquês.

Quem tem um negócio pequeno não pode parar tudo pra resolver problema jurídico. Ajudamos a deixar a empresa formalizada e protegida desde o início (contrato social, sociedade entre sócios, contratos com clientes e fornecedores), pra evitar que um problema simples vire uma dor de cabeça grande depois. O ganho real não é só o papel em ordem — é poder tocar o negócio sem aquela sensação de estar pisando em ovos juridicamente.

Tirar dúvidas sobre isso

O que inclui

  • Abertura e formalização de empresa (inclusive MEI)
  • Contrato entre sócios, pra evitar briga depois
  • Contratos com clientes e fornecedores
  • Revisão antes de assinar qualquer contrato importante
  • Representação se der problema com sócio, cliente ou fornecedor

Perguntas frequentes

Se eu sair da minha empresa, ainda posso ser cobrado por dívidas dela? Ver resposta Ocultar resposta

Sim, e esse é um dos pontos que mais pega ex-sócios de surpresa. Mesmo depois da saída formal e devidamente registrada na Junta Comercial, o sócio retirante continua respondendo por até 2 anos por obrigações que já existiam enquanto ele fazia parte da sociedade — mesmo que o vencimento da dívida ocorra depois da sua saída. Formalizar bem a saída, com cláusulas claras de responsabilidade entre os sócios e uma revisão do passivo da empresa antes de sair, é o que separa uma saída segura de uma surpresa desagradável meses depois.

Como funciona a dissolução de uma sociedade quando os sócios não estão em acordo? Ver resposta Ocultar resposta

Quando não há consenso, a dissolução pode ser feita judicialmente, e o processo inclui a chamada apuração de haveres: um procedimento contábil-financeiro para calcular exatamente quanto vale a participação de cada sócio na empresa, considerando o patrimônio real do negócio, não só o que está escrito no contrato social. É justamente nessa apuração que mais se perde valor por falta de assessoria técnica — um cálculo malfeito pode significar receber muito menos do que sua parte realmente vale. Antes de aceitar qualquer proposta de saída, vale confirmar se o valor oferecido reflete o valor de verdade da empresa.

Minha empresa está com dívidas grandes — recuperação judicial é a única saída? Ver resposta Ocultar resposta

Não necessariamente, mas é uma ferramenta legal poderosa para empresas em dificuldade real, permitindo renegociar dívidas com credores de forma organizada e sob proteção judicial, evitando execuções isoladas que poderiam quebrar o negócio de uma vez. Antes de chegar a esse ponto, porém, muitas vezes existem alternativas: renegociação direta, parcelamento, revisão de contratos com fornecedores e bancos. A recuperação judicial exige estratégia e planejamento cuidadoso — decidir por ela sem essa análise prévia pode custar tempo e dinheiro que a empresa não tem sobrando.

Posso cobrar judicialmente um cliente ou fornecedor que não pagou? Ver resposta Ocultar resposta

Sim — a cobrança de dívidas entre empresas é um dos serviços mais comuns do Direito Empresarial, e existem caminhos rápidos, como a ação de cobrança e, quando há um documento formal reconhecendo a dívida (nota promissória, cheque, contrato assinado), a execução direta, que costuma ser mais ágil do que um processo de conhecimento comum. Antes de simplesmente 'deixar pra lá' uma dívida que parece difícil de receber, vale uma análise: muitas cobranças que pareciam perdidas se resolvem com uma notificação bem redigida, sem sequer precisar entrar na Justiça.

Vale a pena ter um advogado empresarial mesmo sem estar com nenhum problema no momento? Ver resposta Ocultar resposta

Vale, e é justamente aí que está a diferença entre advocacia reativa e preventiva. Contratos malfeitos, sociedade sem cláusulas claras sobre saída de sócio, falta de proteção do patrimônio pessoal — tudo isso são problemas que custam pouco para prevenir e muito para remediar depois que já viraram disputa. Empresas que têm assessoria jurídica contínua tomam decisões com mais segurança e evitam boa parte dos litígios que outras empresas só descobrem tarde demais. Um diagnóstico inicial já revela quais desses riscos o seu negócio está correndo agora, sem saber.

Não sabe se seu caso está aqui na lista?

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